
NAUFRÁGIO
Mapeio tua pele
como se navegasse
continentes infindáveis
e assim fico
noite e dia
até atracar
no marulhar da folha fria...
Mapeio tua pele
como se navegasse
continentes infindáveis
e assim fico
noite e dia
até atracar
no marulhar da folha fria...
12 comentários:
Hoje levo comigo
uma carta de mares,
antes de sair em alto mar.
Acreditava que somente com uma bússola chegaria a India,
então já em terra, nem tão firme, o que vejo,
é Pau Brasil.
Tenha cuidado com a intuição.
Bjs da marinheira
Uma das maravilhas da intimidade é nos permitir mapear o ser amado, a ponto de não sabermos onde começa um e termina o outro e ao mesmo tempo nos surpreendermos com novas descobertas.
Lindo poema, só pra variar :)
Beijos, Pan
Parabens pelo blog, foi muito bom vir aqui.
Lindissimo post.
Maurizio
A descoberta tem encantos...
beijinhos
poxa...!
:)
obrigada.
Um poema breve, sensível e íntimo. Muito belo. Um beijo.
Mara, que versos tão suaves e lindos e frescos, como um novo amor! Adorei este seu marulhar...
bjs
Cynthia querida,
obrigadíssima, esse poeminha é velhinho, mas o "marulhar" é sempre novo...
bjinho;)
oi. foi bom te rever querida. beijos.
Nos territórios do amado(a) sempre se descobrem novos mapas...
Belo poema!
Beijão.
Ricardo Mainieri
pois, as deusas continuam existindo....lindo!
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