Simplismente
A palavra que me encanta
não tem que fecundar nada
dar brilho ao amanhecer
polir o dia
enamorar lua
e banco de praça
a palavra que me encanta
é fruto figo
peixe em correnteza
marulho no olhar
é qualquer palavra
que dignifique
a simples existência...
não tem que fecundar nada
dar brilho ao amanhecer
polir o dia
enamorar lua
e banco de praça
a palavra que me encanta
é fruto figo
peixe em correnteza
marulho no olhar
é qualquer palavra
que dignifique
a simples existência...
13 comentários:
Seu poema é lindo demais!!! Melódico, imagético, muito belo. Obrigada pela dedicatória e por postar a rosa, que, espero, seja tão linda quanto o poema. Beijo!
Muito legal o poema e o blog! (:
tb tenho um se quiser ver.. http://marichauvet.blogspot.com.br/
;D parabéns.
São essas as palavras que deveriam estar em todas as bocas.
bjs
Mara,
que gostoso te ver por aqui!
bjs
...E como é perigosa a vida de simples existência em meio de tanta gente que na sua fingida simplicidade oculta um labirinto escuro de complexidades. No futuro (quando alguém fala: "no futuro"- ou é velho, ou está próximo da morte, ou A e B são hipóteses acertadas) a simples existência será proibida
r.A.
...E como é perigosa a vida de simples existência em meio de tanta gente que na sua fingida simplicidade oculta um labirinto escuro de complexidades. No futuro (quando alguém fala: "no futuro"- ou é velho, ou está próximo da morte, ou A e B são hipóteses acertadas) a simples existência será proibida
r.A.
gostei
Massa! Essa primeira estrofe é bem o que penso.
Ooi, seu blog é mto bonito!
Se eu não estiver ocupando seu tempo, será que você poderia dar uma olhada no meu blog: www.lifefulloflovee.blogspot.com ! Se gostar, segue!?!?
beeijos =**
tchê, por onde tu andavas que eu não te sabia? magia nas palavras. alegria, alegria. muito show!
acho legal isto, de um poeta pedir a outro poeta que olhe o seu trabalho.
é uma troca "olho-no-olho", diga: eu sou tão bom como você?
vejo sempre isto. a dúvida de estar fazendo a coisa certa. o poeta precisa desse carinho. e assim caminha a "poesia-marginal", duvidosa. insegura.
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